Precarização do trabalho: estrutura facilitadora da escravização do trabalho doméstico

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Autora:

Shirley Silveira Andrade

Ano: 2023

DOI: 10.51366/978-65-89468-31-8-cap12

Resumo:

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) revela que em 2016 mais de 40 milhões de pessoas no mundo foram escravizadas. No Brasil, os dados da Subsecretaria de Inspeção do Trabalho (SIT) registram que: de 1995 até 2021, 57.644 libertações de escravizados foram realizadas. O perfil destas pessoas resgatadas, publicada na plataforma smartlab, é que 70% trabalham na agropecuária, 68% são pretas ou pardas, 95%, homens.

Essas informações parecem demonstrar que a população escravizada no Brasil contemporâneo é negra, masculina e vive no campo. Em contraponto a esses dados, ao lermos os relatos de como as empregadas domésticas vêm sendo tratadas ao longo do período pós-abolicionista, no livro “Eu, empregada doméstica” (PRETA-RARA, 2019), passamos a indagar os dados oficiais: onde estão as mulheres escravizadas no Brasil?

 

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